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domingo, 20 de maio de 2012

Quando não há razões para ficar

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Se perguntasse a cada um dos meus ex namorados o que é que eu fiz que os aborreceu mais, a resposta seria unânime: ela deixou-me quando eu menos esperava e sem razão aparente.

A maioria das pessoas precisa de uma razão para terminar um relacionamento, eu preciso de uma razão (também) para permanecer nele. Por variadas vezes me chamaram de instável, inconstante e volátil, e até posso ser isso tudo, mas jamais deixaria alguém de quem gosto se esse alguém me desse razões para ficar. Acontece que não dão.

Com o passar do tempo, as pessoas deixam de fazer para nos ter o que fizeram para nos conquistar. E eu só queria um fio de estabilidade, uma ligação directa ao infinito. No fim de contas, instável não sou eu, são os que mudam quando acham que me têm na mão.

Por maior que seja o meu amor, se não me derem razões para ficar, eu vou sempre partir. E podia ser tão simples, e podíamos ter sido tão felizes, e eu teria feito qualquer coisa por ele...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Desistir ou persistir?

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Em quase todas as relações, há uma fase em que surge esta dúvida. As coisas não correm sempre bem a há alturas em que temos de tomar decisões. A questão que se coloca é se vale a pena lutar pela relação ou se se deve partir para outra.

Eu tenho personalidade claramente dominante, sei sempre o que quero e o que não quero, e tenho plena noção do meu valor e daquilo que mereço. Presunção ou realismo, a verdade é que no que toca a relações, tenho-me em boa conta. Sou boa pessoa e acredito que mereço alguém à minha altura (e digo-o também literalmente… já tive namorados mais baixos, mas lá chegaremos).

O problema é que na hora de decidir, desisto sempre. Não sou muito tolerante com os defeitos dos outros e exijo sempre o melhor de toda a gente, tal como de mim mesma. Pessoas menos decididas ou com auto-estima menos elevada tendem a aceitar mais facilmente os defeitos e as limitações dos outros.

Vantagens há muitas, mas a maior é que há muitos anos que não me permito ser infeliz numa relação, e não sou.  Faço parte daquela ínfima parte de pessoas que se orgulha de todas as relações que teve e só recorda os bons momentos. A principal desvantagem é que nunca me apego muito e, como desisto com facilidade, não chego a testar toda a potencialidade das relações.

O que posso garantir é que, se algum dia, encontrar alguém que me faça acreditar que vale a pena, vou persistir (e as peruas que saiam da minha frente porque arranco olhos)!

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