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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Amor, Sexo e o Pai-Natal

Nestes vinte e poucos anos de existência, tive duas grandes desilusões: a primeira foi quando descobri que o pai-natal não existe; e a segunda foi quando percebi que amor e sexo nem sempre estão relacionados.

Sempre acreditei que o conhecimento fazia de nós pessoas mais realizadas, até que concluí que há coisas que aprendemos que nos tiram ingenuidade, a mesma ingenuidade que nos fazia mais felizes.

Em ambos os casos, muito obrigadinha aos responsáveis por esta descoberta: à professora que decidiu dizer a uma turma de crianças de 6 anos que não existe pai-natal, e ao(s) sujeito(s)pronto(s) para f*der, mas não para amar! Vida longa às vossas gentis pessoas!

domingo, 20 de maio de 2012

Quando não há razões para ficar

Fonte
Se perguntasse a cada um dos meus ex namorados o que é que eu fiz que os aborreceu mais, a resposta seria unânime: ela deixou-me quando eu menos esperava e sem razão aparente.

A maioria das pessoas precisa de uma razão para terminar um relacionamento, eu preciso de uma razão (também) para permanecer nele. Por variadas vezes me chamaram de instável, inconstante e volátil, e até posso ser isso tudo, mas jamais deixaria alguém de quem gosto se esse alguém me desse razões para ficar. Acontece que não dão.

Com o passar do tempo, as pessoas deixam de fazer para nos ter o que fizeram para nos conquistar. E eu só queria um fio de estabilidade, uma ligação directa ao infinito. No fim de contas, instável não sou eu, são os que mudam quando acham que me têm na mão.

Por maior que seja o meu amor, se não me derem razões para ficar, eu vou sempre partir. E podia ser tão simples, e podíamos ter sido tão felizes, e eu teria feito qualquer coisa por ele...

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