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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Desencontros

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Os dias de hoje oferecem mil e uma possibilidades para nos encontrarmos, mas continuamos a desencontrar-nos, talvez ainda mais do que no tempo das nossas avós. Alias, são poucas as pessoas que se encontram, e poucos os encontros que duram mais do que muito pouco.

Falo daqueles desencontros do coração, aqueles de quando duas pessoas de aproximam e apaixonam... ou não. Pois é, duas pessoas que se amam podem desencontrar-se. Um encontro na altura errada, num momento menos propício ao amor, porque já se tem um compromisso ou porque a vida profissional não permite "assentar" ou porque a distância os separa, pode acontecer.

E a paixão não passa de um desencontro de almas que sofrem por viver em constante desencontro. E não faltam desculpas para estes desencontros: "não era o momento certo" ou "não tinha de ser".

Mas por que raios aconteceu senão era o momento certo? Por que é que duas pessoas se encontram e sentem e amam naquele preciso momento? É porque se completam! Como pode não ser o momento certo aquele de encontrarmos quem nos preencha, quem nos faça palpitar de vida? Então qual será o momento certo?

E o que mais me tira do sério é o "não estava destinado a ser, a acontecer, a ficarmos juntos". Mas depende DE QUEM para além dos que se amam? Depende da inércia de quem deve dar o passo e se deixa ficar naquele lugar sem tempo, sem espaço que é o medo.

E arranjam desculpas para não avançar, não se entregar! Pois é, eu também tenho medo e também fico suspensa nesse lugar, e os meus desencontros são provocados por mim, com medo de arriscar ser feliz.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Desistir ou persistir?

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Em quase todas as relações, há uma fase em que surge esta dúvida. As coisas não correm sempre bem a há alturas em que temos de tomar decisões. A questão que se coloca é se vale a pena lutar pela relação ou se se deve partir para outra.

Eu tenho personalidade claramente dominante, sei sempre o que quero e o que não quero, e tenho plena noção do meu valor e daquilo que mereço. Presunção ou realismo, a verdade é que no que toca a relações, tenho-me em boa conta. Sou boa pessoa e acredito que mereço alguém à minha altura (e digo-o também literalmente… já tive namorados mais baixos, mas lá chegaremos).

O problema é que na hora de decidir, desisto sempre. Não sou muito tolerante com os defeitos dos outros e exijo sempre o melhor de toda a gente, tal como de mim mesma. Pessoas menos decididas ou com auto-estima menos elevada tendem a aceitar mais facilmente os defeitos e as limitações dos outros.

Vantagens há muitas, mas a maior é que há muitos anos que não me permito ser infeliz numa relação, e não sou.  Faço parte daquela ínfima parte de pessoas que se orgulha de todas as relações que teve e só recorda os bons momentos. A principal desvantagem é que nunca me apego muito e, como desisto com facilidade, não chego a testar toda a potencialidade das relações.

O que posso garantir é que, se algum dia, encontrar alguém que me faça acreditar que vale a pena, vou persistir (e as peruas que saiam da minha frente porque arranco olhos)!

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