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terça-feira, 26 de junho de 2012

Dias maus

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Quando o objectivo é uma relação, temos de estar preparados para tudo. Nem todos os dias vão ser bons, nem sempre estamos bem dispostos e, como diz o cantor, todos temos um lado lunar. 

Este post é sobre a minha má disposição, a minha falta de paciência e delicadeza em certos dias, o meu cansaço causado por horas excessivas em frente ao computador, e o stress de quem trabalha diariamente com burocracias sem sentido.

Este post é a minha forma de te dizer que mesmo quando sou menos correcta contigo, gosto de ti da mesma forma. Que cada vez que chegas perto de mim, continuo a estremecer e arrepiar-me como da primeira vez que te beijei.

Então, se me sinto triste, não é por teres conhecido o meu lado mau, é por eu ter um mesmo contigo. A ti, só queria dar o mundo, mas o mundo, inevitavelmente, também tem um lado mau.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Os opostos atraem-se (uma ova!)

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Nos últimos anos, a principal causa do fim das minhas relações é o facto de os meus parceiros serem muito ocupados. Só me sinto atraída por homens com vidas extremamente complexas e agitadas. E isto não se deve, de maneira nenhuma, a interesses económico-sociais. Ter uma vida agitada não significa necessariamente ter maior poder económico, e isso é o que menos me interessa.

Do meu lado tenho um estudo realizado por investigadores da Berkeley, Universidade da Calofórnia, que constata que as pessoas se sentem atraídas por parceiros similares no que respeita à popularidade. Este estudo vem provar que o mesmo nível de auto-estima é requisito na hora de escolher um amor. Como eu tenho um estilo de vida bastante agitado e um trabalho que me confere uma certa popularidade (na minha área), procuro o mesmo nos meus parceiros.

As complicações nas relações entre pessoas ocupadas centram-se na disponibilidade reduzida de ambas as partes e na dificuldade em conciliar horários e disposições. Mas, a meu ver, a maior dificuldade é criarem-se laços fortes entre duas pessoas independentes, com auto-estimas elevadas, que sabem o que querem e não estão dispostas a grande sacrifícios ou mudanças no estilo de vida.

Se ainda acreditavam que os opostos se atraem para formar o casal perfeito, acabam de levar uma chapada da ciência. Outra chapada levo eu sempre que insisto em envolver-me com pessoas que não vão ter tempo para mim ou para a relação! Mas mesmo assim, como teimosa (ou burra) que sou, continuo a tentar!

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