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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Engolir?!

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Não! E nem vou usar o argumento das doenças transmitidas através do sexo oral, no meu caso, é nojo mesmo. Que posso fazer? Sou nojentinha! Não o faço, não quero, não me apetece! Não tenciono levar o sentido de comer alguém tanto à letra.

Não conheço nenhuma mulher que o faça por gosto, as muito poucas que assumem fazê-lo, fazem por vontade de agradar, mas não têm nenhum tipo de prazer em fazê-lo. Queixam-se do sabor ácido, do cheiro desagradável e da espessura "nojenta". (Palavras delas!) Obviamente haverá excepções, mas eu não as conheço.

Não entendo essas relações de submissão, nem sequer entendo o desejo de gozar na cara das mulheres. E não entendo nem aceito esse tipo de manipulação que alguns indivíduos fazem, com pedidos de "provas de amor", ou promessas de "ter em consideração" o acto, ou "medir a confiança e o companheirismo".

Mulher nenhuma deve fazer o que não gosta só para agradar ao companheiro. Alias, ser companheiro é perceber o que é desconfortável para o outro, e não fazer exigências ou cobranças.

Meninas, não se deixem manipular. Sexo é para ser fonte de prazer PARA OS DOIS. Não vale um estar em sofrimento para satisfazer o outro. Mas se gostarem de o fazer, então força nisso! Longa vida às pessoas cheias de coragem e vontade!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

O que farias no carro?

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Sou curiosa. Sem curiosidade não se pergunta, e sem perguntar não se aprende. Tenho muitas amigas, e entre amigas falamos de tudo (sem expor nomes, obviamente).

Ontem falamos de sexo no carro. Estou longe de ser uma expert, nem costumava ser grande fã do conceito, mas entre conversas de mulheres relembrei uma faceta minha adormecida há alguns anos.

Quando eu namorava com o I, ele tinha um cabrio. Confesso que o carro era responsável por uma parte das minhas fantasias, mas facto é que viajávamos muito, e quase sempre que estávamos na auto-estrada... eu gostava de fazer coisas em movimento (a ele e a mim). No segundo mês com ele já tinha perdido a conta aos orgasmos que tivemos em movimento (literalmente!). Foram bons tempos aqueles... E devo dizer que sempre respeitamos os limites de velocidade!

Mais excêntrico do que as minhas viagens com o I só relembro uma viagem de autocarro que fiz com o U. No inverno, cobrimos-nos com um casaco e nem as restantes 30 pessoas do autocarro me impediram de fazer o que me apetecia. Se há coisa que devem saber sobre mim, é que eu faço sempre o que me apetece.

quinta-feira, 29 de março de 2012

"Chupa-me"

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Tenho uma amiga toda engomadinha. Daquelas louras com franjas simétricas que passam duas horas em frente ao espelho antes de sair de casa. Aquelas que não dizem um palavrão nem elevam o tom de voz mesmo que estejamos perante uma invasão alienígena.

Pois é, a C teve uma paixão bastante frustrante no verão passado. O betinho em questão, tinha um hábito (bastante comum) e pouco popular entre certas ladys: receoso de que ela se esquecesse do que tinha a fazer, fazia questão de a lembrar, empurrando-lhe a cabeça e usando a expressão simpática que serve de título a este post.

A C não era grande apreciadora do acto nem da expressão, e a paixão durou pouco tempo. Fica o conselho, se tiverem mulheres inteligentes, não precisam de lhes dizer o que fazer: NÓS SABEMOS! Insinuem com inteligência, mas não digam ou façam nada mais "agressivo" sem saber bem que solo estão a pisar. Saber esperar é uma virtude, e a recompensa costuma valer a pena...

Ahh, já agora, se querem ser úteis nessas horas, podem sempre segurar-nos o cabelo que isso nós até agradecemos!

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