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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Amor, Sexo e o Pai-Natal

Nestes vinte e poucos anos de existência, tive duas grandes desilusões: a primeira foi quando descobri que o pai-natal não existe; e a segunda foi quando percebi que amor e sexo nem sempre estão relacionados.

Sempre acreditei que o conhecimento fazia de nós pessoas mais realizadas, até que concluí que há coisas que aprendemos que nos tiram ingenuidade, a mesma ingenuidade que nos fazia mais felizes.

Em ambos os casos, muito obrigadinha aos responsáveis por esta descoberta: à professora que decidiu dizer a uma turma de crianças de 6 anos que não existe pai-natal, e ao(s) sujeito(s)pronto(s) para f*der, mas não para amar! Vida longa às vossas gentis pessoas!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Juntando os trapos

Fonte
A vantagem de ter muitos amigos e conhecidos de diferentes idades e em diferentes fases da vida é que acabamos por aprender também com os erros deles.

Há perguntas que nos apanham de surpresa, e recentemente apanharam-me numa delas. "Por que é que eu não fui viver com o meu ex?"
A casa dele era fantástica, ele sempre se mostrou disposto até ter sido a solução aparente para o nosso maior problema: a falta de tempo. Mas mesmo assim, sempre nunca fez parte dos meus planos, nem mesmo a médio prazo.

Com base nos dramas que oiço diariamente, e nos exemplos de amigas e amigos que se arrependeram ao fim dos primeiros 3 dias, atrevo-me a dizer que viver juntos é muito mais do que juntas as escovas de dentes e partilhar um pizza, e decisões premeditadas costumam dar mau resultado.

E as reclamações são infinitas:
- "Não consigo dormir, ele ressona e mexe-se de 5 em 5 minutos." E agora?! Vais sair de casa ou passar o resto da vida a dormir mal?
- "Ela tem cremes em todo o lado, não tenho onde colocar as minhas coisas." Olha a novidade! É ela e uma vasta percentagem de mulheres!
- "Ele nunca está em casa e eu estou sempre sozinha." Mas não conheciam ainda os horários um do outro?
- "Não tenho tempo para mim." Bem... se vivem juntos é natural que o tempo em casa seja partilhado... se não conseguem desfrutar da presença um do outro sem se sentirem sufocados é, no mínimo, comprometedor, se pretendem passar o resto da vida juntos!
- "Ele só pensa nele." Pois... e agora?
- "Eu odeio massa e ela só sabe cozinhar massas." Mas a ideia era ter uma mulher ou uma cozinheira?
- "Não suporto os pais dele." Se vivem juntos, é normal que os sogros apareçam de vez em quando! Estranho seria se nunca aparecessem!
- "Ele não faz nada em casa e eu também não suporto tarefas domésticas." A partilha deve estar presente em todos os momentos, tanto nos bons como nos mais chatos, ou então, paguem a uma empregada, ora!
- "Ela nunca quer sexo." É fácil que haja vontade sempre que estão juntos se se vêem duas vezes por semana... mas se estão juntos todos os dias, vão haver dias em que um dos dois vai mesmo querer dormir!
- "Ele não me vê da mesma forma." Claro que não! Para quem estava habituado a ver a namorada sempre deslumbrante e passa a vê-la acordar, despenteada, sem maquilhagem e com mau-hálito, é claro que não a vê da mesma forma, vê-a como ela É naturalmente! Devíamos gostar das pessoas no estado natural...
- "Não sei o que quero para a minha vida". COMO é que se vai morar com alguém se não se sabe onde se quer estar dentro de 5 ou 10 anos?! Até pode não acontecer, mas devemos saber o que queremos antes de ir viver com alguém.

A meu ver, o problema é que as pessoas juntam os trapos sem conhecerem a outra pessoa mas, mas grave ainda, sem se conhecerem a si próprias.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Na mala de uma senhora - o presente perfeito

Fonte
Há muito que quero um brinquedo... e o da imagem ao lado é realmente interessante. (Desenganem-se os que pensam que é um batom!)

Como qualquer mulher moderna e independente, não tenho problemas em assumir que me masturbo, e faço-o muitas vezes. A capacidade de ter orgasmos múltiplos apenas com os dedos é uma espécie de habilidade que infelizmente nem toda a gente assume. (Continuo sem entender o porquê da vergonha neste tema, mas enfim...)

Não acredito que haja mulheres que nunca se tenham tocado, e não entendo por que algumas não se permitem levar isto a diante, e investigar mais a fundo os mistérios deste tipo de prazer.

Eu espero ter este atraente brinquedo em breve, para reinventar as minhas noites mais solitárias. Chama-se MIA e é o mais elegante e modesto vibrador da LELO, a maior marca de design do mundo em produtos íntimos. O requinte e a classe de todos os produtos da LELO tem revolucionado este mercado, e os produtos de luxo já são conhecidos e comercializados em todo o mundo. O design, a funcionalidade e a qualidade fazem da MIA o presente que quero receber há meses! Haverá melhor do presente do que um vibrador discreto, que posso levar para qualquer lado, e até carrega por USB?!

Quando o tiver, prometo contar a experiência em primeira mão!

Para as meninas e senhoras que ainda não se cederam aos instintos de se tocarem sozinhas debaixo dos lençóis, tenho boas notícias: nunca é tarde para começar! Sem desmerecer o sexo, muito mais completo, não há nada melhor do que um orgasmo fácil naqueles momentos de stress ou quando a vontade aperta e não podemos apelar àquela pessoa para nos satisfazer.

E os senhores, agora já sabem o que nós levamos na mala!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Dimensões

Fonte
Eu podia dizer que o tamanho não importa, mas estaria a mentir. E eu não minto!

Em tempos conheci o J, um homem extremamente atraente, com muito charme e uma sensualidade singular, é um jovem com muitas qualidades (entre as quais, infelizmente, não consta a lealdade, mas disto escrevo noutro dia). Muito alto, mede quase 2m de altura - 1m95 se a memória não me falha - mas tem um pequeno problema, e digo, pequeno mesmo.

Eu era inexperiente e quase sem termos de comparação, mas quando vi pela primeira vez as dimensões do amiguinho, tive de conter o riso. Pois é, o J é um homem de 1m95, mas os 5cm estão lá!

No entanto,  tal como acontece com quem tem falta de um sentido, os restantes ficam mais apurados, e as mãos dele eram realmente surpreendentes (e o subtítulo deste blog não teria feito sentido naquela altura)...

No fim de contas, o tamanho só importa porque anos se passaram, e sempre que recordo o J, não consigo conter uma gargalhada. Era mesmo, mesmo pequeno! (E eu... terei outras desproporcionalidades, porque pessoas perfeitas não há.)


domingo, 6 de maio de 2012

Rapidinhas

Fonte
A caminho das 4h da manhã, ligeiramente tocada por umas cervejas irlandesas, tenho uma vontade súbita de escrever... sobre rapidinhas (porque tenho de ir dormir em breve).

Nunca pensei muito sobre a questão, até perceber que esta prática não é apreciada pela maioria das minhas amigas (e de alguns amigos também). Odeio rapidinhas é uma expressão muito presente nas conversas femininas, e eu não podia deixar de mostrar a minha discordância.

O argumento das relutantes baseia-se na importância da qualidade VS quantidade. Meus queridos, acredito que o sexo é das poucas áreas que nos permite ter quantidade e qualidade em simultâneo, é por isso que é tão viciante (pelo menos para mim)! Quando mais f*do, mais me apetece! Assumindo que o sexo de qualidade seria passar uma noite inteira às cambalhotas, o que vos impede de (TAMBÉM) dar uma rapidinha na hora de almoço?! (Se a resposta for limitações físicas, sugiro que pensem em fazer mais exercício... falando em exercício, conheço um bastante interessante!) Haja vontade, e há lugar e tempo para tudo, não precisam de escolher!

Também não concordo que as rapidinhas não sejam românticas. As nossas acções são tão românticas como nós, e se eu estiver apaixonada, não me vou sentir menos apaixonada por dar uma no elevador. (Coisa que ainda não aconteceu, porque as minhas experiências neste local foram quase sempre interrompidas. Não recomendo que o façam no elevador da própria casa, pode ficar constrangedor olhar os vizinhos nos olhos depois disso...)

Todos temos obrigações profissionais e sociais a cumprir, e não há tempo para espalhar pétalas de rosa na cama, acender as velinhas e desaparecer por um par de horas sempre que nos apetece. Mas dá para trocar um sorriso sacana, desaparecer sorrateiramente e ir até à casa-de-banho ou dar uma volta rápida de carro. Recordo com um sorriso certa vez em que fui obrigada a ausentar-me de uma festa, da qual era anfitriã, para um destes passeios. Valeu a agilidade das meias-ligas e o fogo daquele homem (de quem já vos falei antes), para tornar uma noite muito agradável numa noite memorável.

Acredito que se a rapidinha for a única actividade sexual do casal, nenhum dos dois se sentirá plenamente satisfeito e a parte emocional também não será, de todo, compensatória. Qualidade exige tempo e dedicação, é verdade. Mas em momentos específicos, as rapidinhas são excelentes para apimentar relacionamentos. Quantidade? SIM!

sábado, 28 de abril de 2012

Dirty mind & pure heart

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Um dia, um actor disse-me que eu travo uma luta constante entre o meu lado safado e o meu lado puro. Discutir múltiplas personalidades com um actor é irrelevante e inconclusivo, mas depois de uma profunda introspecção, ao sabor do Martini, aquilo faz sentido.

Durante muito tempo escondi o meu lado selvagem, não sei se por receio de ser julgada ou se por receio de que este vencesse o lado puro. Isto sempre me fez ter incertezas sobre quem sou ou o que quero. Agora, assumidos os dois lados, deparo-me frequentemente com questões como "como é que consegues manter o coração puro com uma mente tão porca?".

Desenganem-se os que pensam que tenho várias personalidades. Pelo contrário, nunca me senti tão inteira. A única diferença entre mim e a maior parte das pessoas que conheço, é que eu quando sinto, sinto com tudo e de todas as formas. Lidar com pessoas de alta-sensibilidade para lados opostos não é fácil, mas é provavelmente a experiência mais intensa que se pode experimentar com o ser humano. A vida é efémera e o tempo é muito pouco para ter de decidir se quero amar ou f*der até à exaustão. Não devia ser preciso escolher.

E não esperem que o AMOR me torne uma santa, nem que o SEXO me torne insensível. Eu não sou uma coisa ou a outra, eu sou as duas, e sou ainda muito mais. Não esperem que eu tenha um namorado que me coma religiosamente ao sábado à noite, ou  que tenha sexo com todos os homens atraentes simplesmente por ser solteira. Não esperem nada de mim, porque eu sou apenas o que me apetece, e apetece-me ser tudo.

(E hei-de cruzar-me com alguém que saiba receber tudo, sem reservas e sem limitações, porque a vida só vale a pena se for vivida na pu*a da loucura.)

sexta-feira, 27 de abril de 2012

O que farias no carro?

Fonte
Sou curiosa. Sem curiosidade não se pergunta, e sem perguntar não se aprende. Tenho muitas amigas, e entre amigas falamos de tudo (sem expor nomes, obviamente).

Ontem falamos de sexo no carro. Estou longe de ser uma expert, nem costumava ser grande fã do conceito, mas entre conversas de mulheres relembrei uma faceta minha adormecida há alguns anos.

Quando eu namorava com o I, ele tinha um cabrio. Confesso que o carro era responsável por uma parte das minhas fantasias, mas facto é que viajávamos muito, e quase sempre que estávamos na auto-estrada... eu gostava de fazer coisas em movimento (a ele e a mim). No segundo mês com ele já tinha perdido a conta aos orgasmos que tivemos em movimento (literalmente!). Foram bons tempos aqueles... E devo dizer que sempre respeitamos os limites de velocidade!

Mais excêntrico do que as minhas viagens com o I só relembro uma viagem de autocarro que fiz com o U. No inverno, cobrimos-nos com um casaco e nem as restantes 30 pessoas do autocarro me impediram de fazer o que me apetecia. Se há coisa que devem saber sobre mim, é que eu faço sempre o que me apetece.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sexo no feminino

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Não é preciso ser uma top model para ter sempre amigos disponíveis para dar uma mãozinha quando estamos solteiras. Nestas alturas, é quase infinita a quantidade de cavalheiros prestáveis e dispostos a ajudar, desde ex-namorados a colegas de trabalho ou meros conhecidos. É incrível como, com o passar dos anos, a quantidade destes heróis altruístas tem aumentado.

Recentemente perguntaram-me por que é que recuso. Sou solteira, jovem, cheia de energia e gosto de sexo. Gosto mesmo de sexo. Mas recuso, é um facto.

Não tem a ver com questões religiosas nem morais, tem a ver com a minha maneira de ser. Jogo com as cartas todas, sempre. Para o tudo ou nada, para grandes sucessos ou grandes fracassos. O meu corpo vai onde for a minha alma. Se calhar não tenho tantas noites loucas como podia, e desiludo-me mais vezes do que o suposto, mas tenho uma vida completa e inteira. "Para ser grandesê inteiro", Ricardo Reis. Se for para ter experiências meramente físicas, não preciso de homens, sou bastante desenrascada sozinha. E se algum dia tiver necessidade de recorrer a um homem, recorro a um profissional, que sei que vai fazer o trabalho bem feito.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

'V...Ver...Verdadeiros, claro'

Um destes dias, estava eu, como habitualmente, numa introspecção profunda, meditando sobre os assuntos importantes do mundo (por exemplo: implantes mamários: egoísmo ou altruísmo? – acho que seria um debate construtivo e bastante bem frequentado), quando, do nada, surge um pequeno grupo de quatro jovens amigos que discutiam um tópico interessantíssimo: Cougars! Sentam-se a algumas mesas de distância da minha e continuam a discussão. A berros tantos, decidem pedir opinião a alguém fora do grupo.
Observam a sala na busca de um guru sexual e, previsivelmente, dirigem-se a mim.
A questão é disparada por uma jovem adulta visivelmente enciumada devido ao facto dos dois marmanjos do grupo apreciarem copular com mulheres mais velhas: ‘Olhe, desculpe incomoda-lo, o que pensa em relação a fazer amor com mulheres mais velhas?’, perguntou ela, ao mesmo tempo que se lhe ruboresciam as maçãs do rosto.
Levantei o olhar lentamente e disse: ‘Verdadeiros ou falsos? Você possui uns seios lindíssimos’, pois, ela apresentava uma caixa torácica bastante bem desenvolvida e proeminente, e eu estava, ainda, com aquelas inquirições mamárias no espírito.
Ela, desprevenida, não conseguiu disfarçar a excitação e respondeu timidamente: ‘V..ver…verdadeiros, claro’. Os tipos que estavam com ela riam-se como atrasados mentais e a outra amiga observava-nos boquiaberta.
‘Folgo em saber’, respondi. ‘Quanto à sua questão…’
‘Qual questão?’, pergunta ela, desorientada e ofegante.
Pois é, pusemos o assunto das Cougars de lado e fomos acordar os meus vizinhos e vizinhas, que são mais velhas, mas não são Cougars, infelizmente.
Mais adiante, retornarei, com certeza, a esses belos exemplares de mulheres autónomas e cheias de perseverança, força de vontade e apetite sexual insaciável. Entretanto, vou perscrutar, pela quinta vez, a alma desta jovem que repousa, extasiada, no meu leito.
Verdade seja dita, pouco ou nada fica a dever às Cougars, esta mulher!
  

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Futilidades

Fonte
Depois de ler o post do meu amigo Piii e perceber a futilidade que lhe vai na alma, só me ocorre apresentar-lhe as conclusões de um estudo sobre o sexo, e garantir-lhe uma vida (ainda mais) saudável.
Parece que:
- de pé fortalece a coluna
- de cabeça para baixo estimula a circulação do sangue
- de barriga para cima é mais prazeroso
- sozinho é estimulante mas egoísta
- em grupo pode ser divertido
- entre duas pessoas enriquece o conhecimento
- no banho pode ser arriscado
- no automóvel é muito perigoso
- com frequência desenvolve a imaginação
- de joelhos o resultado pode ser doloroso.

O conselho está dado e as consequências apresentadas. Aproveito ainda para referir que sexo é uma excelente forma de dar utilidade a pessoas sem préstimo nenhum (parece que para isso, toda a gente serve)! F*dei-vos uns aos outros, que a vida f*de-nos a todos!

metaphysics

Há dias em que me aborreço com esta coisa toda de engatar miúdas, dos one nigth stands e dos joguinhos; e dou por mim a pensar que levo uma vida um pouco fútil… depois, vejo um bom decote e esse sentimento desaparece logo…
Era neste estado que me encontrava aqui há dias e, por isso, decidi ir até a um bar humedecer um pouco a alma. Lá estava eu, sossegado da vida, concentrado nas angústias existenciais inerentes ao charme que me acompanha (isto às vezes não é fácil, acreditem), atentando sobre as questões metafísicas da vida e dos costumes, e, quando levanto o olhar, vejo aquele pequeno trecho de um par de seios que se adivinhavam duma magnificência transcendente. Eu sempre fui muito bom no que toca a enigmas! Ou seja, não me enganei!
Levantei-me e fui, ascético, ao encontro das respostas às minhas inquietações.
Olhei-as directamente na alma e disse: Aqui estou. Creio que andavam à minha procura.
Elas mantiveram-se silenciosas, respondendo apenas com um balançar sensualíssimo e vertical, como que dizendo: Finalmente, chegaste, Pii.
Decidi chamar à Gatekeeper, que trazia consigo a essência do mundo, Sophia (pois eu sabia que o meu conhecimento carnal seria elevado a um nível superior, a princípio, e, depois, desceria ao centro daquele corpo que ignorava ainda o prazer último de ser glorificado até à transcendência).
Conversamos um pouco, mas o momento era demasiado intenso para palavras e decidimos, portanto, numa troca de olhares cúmplice do desejo e da luxúria, rasgar a noite com gemidos de uma eloquência tal que acordamos todos os vizinhos, desde o rés-do-chão até ao 13° andar.
Finalmente, o universo veio dizer-me que a elevação espiritual tem um preço: 90 euros de multa por incomodar os vizinhos! F**k! .|.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

DEVIL'S THREESOME

Se eu fosse uma mistura entre Tiago Bettencourt e Marco Paulo, faria uma mùsica chamada ‘eu tive duas gajas extremamente sexy dispostas a fazer um ménage à trois e não soube aproveitar’!!! Estão a ver a mistura de línguas que fiz aqui? Ia ser algo do género!
Pois é, arrependimentos temos todos. Este é o pior deles, sem dúvida. E acreditem que já fiz coisas de que não me orgulho (tipo, ajudar os outros e coisas que tais).
Eu era jovem e ingénuo e não soube perceber as dicas… mas, enfim, passo a explicar.
Uma das minhas namoradas viu uma foto de uma ex-namorada minha. Para minha surpresa, a reacção dela não foi nada negativa. Foi mais do género ‘até eu a comia!’. Eu, feito nabo, julguei que fosse apenas brincadeira ou uma reacção passivo-agressiva que, mais tarde ou mais cedo, iria correr mal para o meu lado!!
Passado algum tempo após o fim do namoro com esta ultima, esbarro com essa tal ‘ex’ que a outra ‘ex’ mais recente disse que gostaria de comer. Para mal dos meus pecados, elas comeram-se mesmo!!!
Uma delas contou-me, algum tempo depois, numa recaída sexual, que aquilo aconteceu porque ambas me tinham como ex-namorado e que, ao pensarem simultaneamente em mim, logo se sentiram acariciadas como que do interior para o exterior, ao mesmo tempo que os seus corpos se aproximavam e se humedeciam num ímpeto impossível de conter… eu, claro, fiquei fodido da vida!!!
Não há direito!!!
Anda aqui um gajo tentar ter sucesso na vida e nem sequer é devidamente prevenido quando aparecem as oportunidades!!!
Outra não deixo passar, podem ter a certeza!!!


domingo, 1 de abril de 2012

MARAVILHAS DO MUNDO

Conheci uma miúda, a C. (não se trata da mesma ‘engomadinha’, que não é muito fã de massajar o órgão mais potente do corpo masculino (pelo menos do meu - e não me venham cá com coisas de que é o coração!) com os lábios que, por sua vez, imagino pouco carnudos e com falta de expressão, que a minha distinta colega referiu (até porque eu aprecio muitíssimo o fellatio). Aqui, o ‘C’ refere-se ao sobre-desenvolvimento do seu clítoris e não ao seu nome próprio (repare-se no tamanho do ‘C’).
A ‘C’ é uma miúda calma, aparentemente. Vi-a, pela primeira vez, num restaurante, na mesa em frente à minha. Vi logo que ela não estava a apreciar o jantar que lhe apresentaram (e, sim, refiro-me ao nabo que ela decidiu acompanhar nessa noite e que acabou por não comer). Eu não sou nenhum deus grego, vá, mas quando ligo o charme, elas fogem todas…
O que vale é que eu estava tão concentrado na minha leitura (Marquês de Sade), que até me esqueci de pôr o charme no ‘on’… e, pronto, ela não tirava os olhos de mim.
Aproveitei quando o nabo foi tirar a água das raízes para lhe passar o meu número. Ela corou, de irritação e excitação, como se tivesse acabado de lhe acariciar, ao de leve, num movimento inesperado, as coxas nuas e firmes. Coisa que fiz, obviamente.
Mais tarde, já estava eu naquele estado inicial de embriaguez, recebo uma mensagem a dizer “queres conhecer o que está entre as coxas?”. Eu fiquei com os olhos em lágrimas, confesso. Foi um verdadeiro problema conseguir ler a mensagem com os olhos semicerrados e prenhes de álcool (sim, eu tenho esse tipo de potência e, com uns copos em cima, o potencial de gravidez é exponencialmente maior).
E lá fui ao encontro da orgásmica C.
Obvio que não vou descrever aqui os pormenores do encontro. Com certeza, já deu para notar que eu sou um cavalheiro, às vezes.
Contudo, sou obrigado a partilhar esta maravilha do mundo que é o clítoris desta mulher! É tipo: “as coisas pontiagudas de quésécopos”; “os seios suspensos da Babilónia”; “o Clit e ejaculação da C”; “este colosso que fodes” e por ai adiante.
Terceiro lugar já não é mau!!! Estamos a falar do mundo inteiro!!
Um dia, quando estiverem preparados, falar-vos-ei desses desafiadores de gravidade que são os seios da Babilónia.


sexta-feira, 30 de março de 2012

Os segredos do amor - a pergunta mais idiota de sempre

Fonte
Hoje perguntaram-me qual o segredo do amor. Eu quero lá saber do segredo do amor. Para mim, é simples: acontece ou não acontece, e se acontecer eu sei, eu sinto, e não há espaço para dúvidas.

Se me perguntarem os segredos das relações (duradouras), aí o caso assume outras proporções. De facto, acredito que o amor nem sequer é o factor mais determinante numa relação duradoura, e passo a explicar. Há muitos casais que se amam e simplesmente não se entendem, não funcionam na convivência. Partilhar uma casa e uma vida com alguém exige empatia, compatibilidade e cumplicidade a todos os níveis da vida. Quem é que quer viver o resto da vida a discutir sobre quem lava a loiça, que se mexe mais na cama e impede o outro e de dormir, ou quem tem mais "dores de cabeça" na hora do sexo?!

Amar é fácil, natural e espontâneo, mas conciliar feitios, modos de vida e objectivos está muito para além do amor. O que importa numa relação duradoura é a parte prática da convivência, e não as teorias baratas que encontramos nos livros sobre O AMOR.

A capacidade de negociar, ajustar expectativas, fazer jogos de cintura, continuar a preservar a personalidade individual, ser feliz e fazer feliz quem está ao nosso lado é que dita o sucesso ou fracasso de uma relação, e não a "quantidade de amor". Mas isto é a minha opinião, e estou receptiva e ansiosa por conhecer as vossas.


Festas Eróticas

Fonte
Não, ainda não fui a nenhuma.

Numa conversa recente com um amigo, redescobri o interesse que tenho por estas temáticas. Conheci a comunidade privada Purília, e a curiosidade não para de aumentar. Não conheço ninguém que tenha estado nestas festas, mas sei que os preços ultrapassam os 2 mil euros, e mais do que isso seria gasto ainda na produção do look exigido para entrar na festa.

Já fiz a minha candidatura na comunidade, nunca sabemos se me vai sair o euromilhões amanhã!

Luxúria, sofisticação e muito sexo, é realmente uma extravagancia que não está ao alcance de todos. Por isso, e para quem não tem mais nada, aproveitem o sexo!

quinta-feira, 29 de março de 2012

"Chupa-me"

Fonte
Tenho uma amiga toda engomadinha. Daquelas louras com franjas simétricas que passam duas horas em frente ao espelho antes de sair de casa. Aquelas que não dizem um palavrão nem elevam o tom de voz mesmo que estejamos perante uma invasão alienígena.

Pois é, a C teve uma paixão bastante frustrante no verão passado. O betinho em questão, tinha um hábito (bastante comum) e pouco popular entre certas ladys: receoso de que ela se esquecesse do que tinha a fazer, fazia questão de a lembrar, empurrando-lhe a cabeça e usando a expressão simpática que serve de título a este post.

A C não era grande apreciadora do acto nem da expressão, e a paixão durou pouco tempo. Fica o conselho, se tiverem mulheres inteligentes, não precisam de lhes dizer o que fazer: NÓS SABEMOS! Insinuem com inteligência, mas não digam ou façam nada mais "agressivo" sem saber bem que solo estão a pisar. Saber esperar é uma virtude, e a recompensa costuma valer a pena...

Ahh, já agora, se querem ser úteis nessas horas, podem sempre segurar-nos o cabelo que isso nós até agradecemos!

terça-feira, 27 de março de 2012

O Estrangulador

Fonte
Há uns tempos cruzei-me com um homem incrivelmente fogoso. Não sei se era o fogo dele ou a forma como ele me fazia arder, mas havia ali qualquer coisa especial.

No nosso primeiro encontro, entre beijos e abraços, não é que o homem me deita as mãos ao pescoço?! E como se não bastasse, ainda me disse "eu não sou nenhum maníaco"! Eu nem tinha pensado nisso, mas quando ele me diz aquilo, o pânico instalou-se. O martini ampliou o efeito do medo e o impulso foi expulsá-lo.

Amigos, fica a dica: nunca, mas nunca apertem o pescoço num primeiro encontro! Eu sou open mind, e assustei-me para valer! Não se armem em espertinhos, não tentem tirar o ar às meninas!

(Esta foi a história do S, mas apesar do fracasso completo, voltamos a encontrar-nos. Um dia, falo-vos mais sobre a minha história com ele.)

Como (ser enganada e) acabar com as mamas espetadas numa webcam


Eu sou a Solteira e, como hão-de perceber, sou uma romântica, voltada para relações sérias, estáveis e tradicionais... ou não.
Numa das minhas inúmeras noitadas, cruzei olhares com o P na discoteca. Fixei os olhos nele e esperei que se aproximasse. Eles sempre se aproximam. Ele é mais velho do que eu, loiro, lindo, de olhos azuis como o céu. Rimos, dançamos, bebemos, fumamos e cada vez que nos olhávamos, a atmosfera pegava fogo.

Fonte
No fim da noite, deixei-lhe o meu contacto num guardanapo molhado... e desapareci, sem me despedir. O número dissolveu-se, mas o P e eu encontramo-nos, porque a Internet é fantástica e permite-me encontrar quem eu quero...

Fomos conversando no skype durante semanas, e acabamos nisto do cybersex. Não se podia esperar mais nada de uma nerd como eu. Algures no mundo, há uma cybercornuda, pois o P tem uma namorada, muito bem escondida.

E assim acabei eu com as mamas espetadas numa webcam, enquanto partilhava orgasmos com ele. Missão cumprida! Pelo menos rendeu alguma coisa...!


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