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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Amigos coloridos

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Desde que me lembro de mim enquanto mulher, sempre me recordo de dizer às minhas amigas "faz da vida um arco-íris, arranja amigos coloridos". É uma daquelas coisas que acabamos por dizer mais ou menos da boca para fora, que achamos engraçado, mas nem tem muito a ver com a nossa forma de viver.

Cada vez mais tenho pensado nisso. Depois de mais de 10 anos e arriscar em relações (sem grande sucesso, por culpa dos parceiros, claro está!) começo a ponderar se não está aí a solução para a minha vida amorosa.

Do amor, já me cansei de procurar, o romance está pela hora da morte e eu não tenho perfil de defensora de causas perdidas. É tentadora a ideia de ter companhia(s) sem ter de me preocupar... é tentadora a ideia de viver a vida como um homem. Sofre-se menos, vive-se mais. Vejo tanta gente infeliz em relações, que acho que o meu pote de ouro está escondido por outras paragens!

É caso para dizer que sou solteira e vou continuar assim... e alguém vai ter de ser FANTÁSTICO para mudar isso!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Borboletas no estômago

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Aquela sensação transcendente que eu costumava sentir com extrema facilidade... Trocava olhares com alguém interessante e, às vezes, nem precisava de falar, lá estavam elas: as borboletas!

Mas vamos crescendo e perdendo a capacidade de as sentir. O auto-controle e o medo de nos magoarmos são assassinos de borboletas eficientes, eficazes e infalíveis.

Porém, há sempre excepções, escassas e em vias de se extinguirem, mas que conseguem resistir. Às vezes é bom manter a capacidade de sentir, apenas porque sim.

Frequentemente, apetece-me mandar as borboletas atormentá-lo a ele, mas a verdade é que sempre gostei delas... quase tanto como gostava dele.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Sexo no feminino

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Não é preciso ser uma top model para ter sempre amigos disponíveis para dar uma mãozinha quando estamos solteiras. Nestas alturas, é quase infinita a quantidade de cavalheiros prestáveis e dispostos a ajudar, desde ex-namorados a colegas de trabalho ou meros conhecidos. É incrível como, com o passar dos anos, a quantidade destes heróis altruístas tem aumentado.

Recentemente perguntaram-me por que é que recuso. Sou solteira, jovem, cheia de energia e gosto de sexo. Gosto mesmo de sexo. Mas recuso, é um facto.

Não tem a ver com questões religiosas nem morais, tem a ver com a minha maneira de ser. Jogo com as cartas todas, sempre. Para o tudo ou nada, para grandes sucessos ou grandes fracassos. O meu corpo vai onde for a minha alma. Se calhar não tenho tantas noites loucas como podia, e desiludo-me mais vezes do que o suposto, mas tenho uma vida completa e inteira. "Para ser grandesê inteiro", Ricardo Reis. Se for para ter experiências meramente físicas, não preciso de homens, sou bastante desenrascada sozinha. E se algum dia tiver necessidade de recorrer a um homem, recorro a um profissional, que sei que vai fazer o trabalho bem feito.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Os Traumatizados

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Estamos na era dos coitadinhos. Os meninos andam assutadinhos, cheios de traumas das relações anteriores, e fogem do compromisso com quantas pernas têm. Meus queridos, bagagem emocional todos temos, e vai aumentando com a idade, mas redomas de vidro não são solução.

Não façam de nós parvas com os vossos traumas, sejam homens e assumam a real razão pela qual não querem assumir compromissos com umas, mas dias depois atiram-se de cabeça com outras. Não nos mintam e, acima de tudo, não mintam a vós próprios.

Há pessoas com quem simplesmente não acontece, pronto, é legítimo. Não conseguimos apaixonar-nos por toda a gente, às vezes "não rola", mas não usem sempre a mesma desculpa.

Se eu me deixasse bloquear por causa dos "traumas do passado", não me envolvia há muito tempo. Mas continuo a fazê-lo, mesmo sob o risco de acumular mais traumas! Sabem porquê? Porque tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Quem se priva das tristezas, priva-se das alegrias também, e a vida é demasiado curta para ser vivida de forma medíocre.

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