Mostrar mensagens com a etiqueta infelicidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta infelicidade. Mostrar todas as mensagens

domingo, 18 de novembro de 2012

Desprende-te! Tem de ser.

Fonte
O teu toque já não me causa arrepios, os teus defeitos já não são tão atraentes como eram. Martini com a raparigas tornou-se muito mais agradável do que a tua (que costumava ser quente) companhia. Os teus beijos passaram a ser apenas uma forma de estragar o meu batom.

Não mintas, os teus olhos insatisfeitos denunciam-te. Também estás infeliz.

Não precisamos de continuar nisto, sabes?! Podemos sair e deixar o filme a meio. As nossas tentativas não foram suficientes e esta relação já me roubou o sorriso. E ninguém deve viver sem o sorriso.

Faltaram palavras, e actos, e surpresas. Faltaram aqueles momentos de cortar a respiração. Sobrou o tédio. Não florescemos na Primavera, e agora já é Outono, e sabes que gosto de ver as folhas cair, mas não quero vê-las contigo.

Vamos despedir-nos do tédio e apanhar boleia rumo ao infinito com algo novo. Não é o fim do mundo, é apenas uma despedida... apenas mais uma. Desejo que sejas feliz, porque eu vou ser, e não quero sentir-me culpada por isso. Alimenta a tua alma. Arrisca. Abre a porta e sai. Do outro lado deve ser melhor. Tem de ser melhor.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Vazio

Fonte
Esta não é uma história alegre. Esta uma história de solidão.

Tive uma relação que durou mais de um ano com o H, o típico homem que todas as mulheres procuram: bonito, interessante, inteligente e muito bem sucedido profissionalmente. Tudo nele parecia perfeito, menos ele!

Sempre nos demos bem, sem grandes discussões ou confusões. Gostávamos muito um do outro (ambos demos provas disso), mas havia um vazio tão grande...! Inicialmente, quando estávamos juntos, tudo corria bem, mas assim que ele se ausentava, voltava aquela sensação de vazio, de insuficiência.

Mais tarde, com o passar dos meses, a sensação de vazio estava sempre presente, mesmo quando o H também estava. Nunca consegui compreender o que gerava aquele sentimento que me fazia tão infeliz, mas fui obrigada a terminar a relação. Foi uma perda difícil de superar, e a fasquia ficou muito elevada - afinal, ele é o homem quase-perfeito - mas nunca mais me senti tão só como me sentia com ele!

Para esta relação e para todas as que não conseguimos compreender, resta-nos a fé para acreditar que algures no mundo há alguém que nos faça mais felizes, simplesmente porque sim.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...