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sábado, 17 de novembro de 2012

De menos ou de mais?

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Quantas vezes achamos que alguma coisa não nos serve porque "não é o que tínhamos em mente", não aconteceu como nós achamos que "devia" ter acontecido, está fora dos nossos planos...?

O ser humano tem medo de tudo aquilo que desconhece, de tudo o que o ultrapassa. Grande parte das pessoas rejeita o que está fora dos padrões da normalidade, porque parece perigoso e arriscado. Mesmo os mais corajosos, adeptos de grandes aventuras e de correr riscos, acabam por ser mais reservados numa ou outra área da vida.

Será que todas as vezes que consideramos que alguma coisa não nos bastava, é porque era insuficiente para  nós, ou será que rejeitamos porque era grande demais? Será que isto acontece com o amor? Será que não conseguimos amar quando a paixão é intensa demais e nos cega ao ponto de nos fazer pensar que não há mais nada além da paixão? Será que se pode desejar de forma tão avassaladora, que todos os outros sentimentos acabem por ficar à sombra desse desejo? Será que, numa situação destas, há desejo de mais ou amor de menos? Será que há quantidades certas para se sentir?

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Amor, hormonas e outras m*rdas

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Homens e mulheres são diferentes (até há quem diga que são de planetas distintos). Por muito que tentemos, jamais conseguiremos compreender o sexo oposto, por razões óbvias e evidentes. Um homem jamais entenderá a dor de um parto e uma mulher jamais entenderá a dor de um pontapé bem dado nos tintins. Os homens não compreendem as alterações de humor da TPM, e nós não entendemos essa m*rda de testosterona que os faz olhar para o rabo de todas as boazonas que andam por aí. Meus queridos, é uma questão hormonal, cientificamente comprovada, e nem merece grande discussão. A verdade é que não há nada a fazer!

Devíamos ser tolerantes, aceitar e respeitar estas diferenças e aprender a ser felizes com elas. Não são problemas baseados no carácter nem na falta de sentimentos, não deviam ser importantes, não deviam existir.

Conseguir sexo na actualidade é o processo mais simples (principalmente para os autores deste blog, que expiram sensualidade!), mas ter uma companhia, um suporte, um amor... é muito mais complicado. Uma relação estável passa por um processo de selectividade e escolha da tal pessoa especial, e resulta da nossa aprendizagem com vivências do passado para evitar repetir erros. À medida que vamos tendo mais relações, vamos ficando mais exigentes, queremos mais amor, mais compreensão, mais intimidade, mais felicidade... mas será que estamos dispostos a dar, a ceder e a arriscar mais?

Até agora (e do alto dos meus vinte e tal anos), concluí que para haver amor precisa de haver admiração, atracção, confiança, lealdade, tolerância, flexibilidade, sinceridade, respeito, partilha e efeito surpresa. Curiosamente, enquanto enumerava estes ingredientes, lembrei-me de algumas pessoas que a vida (com a ajuda da m*erda das hormonas) afastou de mim, com quem eu partilhava quase tudo o que foi supracitado. Recordo uma com especial carinho, a mais improvável, a que não sabe nem sonha como me tocou a alma.

Essa, que sempre esteve tão longe, e que mesmo assim desperta o meu lado romântico. Essa com quem eu correria de mãos dadas em slow motion ao pôr-do-sol num campo de lavanda...

segunda-feira, 23 de abril de 2012

'V...Ver...Verdadeiros, claro'

Um destes dias, estava eu, como habitualmente, numa introspecção profunda, meditando sobre os assuntos importantes do mundo (por exemplo: implantes mamários: egoísmo ou altruísmo? – acho que seria um debate construtivo e bastante bem frequentado), quando, do nada, surge um pequeno grupo de quatro jovens amigos que discutiam um tópico interessantíssimo: Cougars! Sentam-se a algumas mesas de distância da minha e continuam a discussão. A berros tantos, decidem pedir opinião a alguém fora do grupo.
Observam a sala na busca de um guru sexual e, previsivelmente, dirigem-se a mim.
A questão é disparada por uma jovem adulta visivelmente enciumada devido ao facto dos dois marmanjos do grupo apreciarem copular com mulheres mais velhas: ‘Olhe, desculpe incomoda-lo, o que pensa em relação a fazer amor com mulheres mais velhas?’, perguntou ela, ao mesmo tempo que se lhe ruboresciam as maçãs do rosto.
Levantei o olhar lentamente e disse: ‘Verdadeiros ou falsos? Você possui uns seios lindíssimos’, pois, ela apresentava uma caixa torácica bastante bem desenvolvida e proeminente, e eu estava, ainda, com aquelas inquirições mamárias no espírito.
Ela, desprevenida, não conseguiu disfarçar a excitação e respondeu timidamente: ‘V..ver…verdadeiros, claro’. Os tipos que estavam com ela riam-se como atrasados mentais e a outra amiga observava-nos boquiaberta.
‘Folgo em saber’, respondi. ‘Quanto à sua questão…’
‘Qual questão?’, pergunta ela, desorientada e ofegante.
Pois é, pusemos o assunto das Cougars de lado e fomos acordar os meus vizinhos e vizinhas, que são mais velhas, mas não são Cougars, infelizmente.
Mais adiante, retornarei, com certeza, a esses belos exemplares de mulheres autónomas e cheias de perseverança, força de vontade e apetite sexual insaciável. Entretanto, vou perscrutar, pela quinta vez, a alma desta jovem que repousa, extasiada, no meu leito.
Verdade seja dita, pouco ou nada fica a dever às Cougars, esta mulher!
  

terça-feira, 17 de abril de 2012

Legalmente sexy

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Sempre gostei de algemas. Considero o conceito de poder e autoridade extremamente excitante, e sempre me senti atraída por homens da lei.

Uma dia, devido a uma investigação policial, a minha casa foi tomada como posto de vigia por um dos homens mais atraentes que já conheci. Durante vários dias, convivi com o jovem investigador criminal com quem tive empatia imediata. Em menos de 48 horas a situação já era mais pessoal do que profissional.

Os nossos dias passavam-se entre flirts e provocações, e à noite mantínhamos longas conversas no chat e por telemóvel.

O sentido de humor inteligente e a perspicácia fora do comum faziam daquele homem ainda mais apetecível do que a aparência irrepreensível. Mas esta história é diferente das outras, é uma história que não chegou a acontecer. Não nos envolvemos fisicamente (ou ainda não). Mas criamos uma ligação afectiva intensa que só não acabou com a arma dele sob a minha almofada por causa de factores externos.

Às vezes, ainda que o universo pareça ter enviado o presente que sempre desejamos, saber dizer que não define a nossa força, e a lealdade é uma virtude sem preço. Neste caso, fui leal a mim, porque uma parte de mim estava noutro lugar.

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